quinta-feira, 20 de agosto de 2015
A Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje, aponta para um início de segundo semestre ainda em processo de desaquecimento, reiterando postagem de ontem: taxa de desocupação de 7,5% em julho deste ano, frente 4,9% em julho de 2014. Comparada ao mês anterior, a taxa de desemprego se elevou em 0,6 p.p.
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Os dados divulgados hoje pelo Banco Central do Brasil (aqui) apontam para uma queda na atividade econômica de 1,54% nos quatro trimestres acumulados até a primeira metade de 2015. A queda é levemente inferior a nossas projeções utilizando os dados do IBC-BR até maio (-1,59%) e superior às projeções utilizando os dados até abril (-1,40%). Encontra-se também abaixo da mediana das expectativas do mercado financeiro para o ano de 2015 (Focus), de -2,01% para a pesquisa divulgada em 17 de agosto. Assim, se as expectativas estiverem corretas, o nível de atividade continuará se desacelerando neste segundo semestre.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Dando continuidade à análise da evolução do IBC-BR, os dados divulgados hoje, relativos a maio, ratificam a aceleração da queda na atividade econômica. Se a previsão utilizando os dados até abril era de queda de 1,40% para o acumulado de 4 trimestres encerrados em junho, agora, com os dados de maio, projetamos uma queda de 1,59%, novamente mais pessimista do que a mediana para o mercado financeiro (para o fechamento do ano) apresentada no ultimo boletim Focus (-1,50%).
segunda-feira, 22 de junho de 2015
sexta-feira, 19 de junho de 2015
O IBC-BR de abril, divulgado hoje, permite a seguinte conclusão: o ritmo de queda da atividade econômica, indubitavelmente, ganhou força; se projetássemos uma continuação da trajetória no mesmo ritmo, o IBC-BR fecharia o acumulado dos 4 trimestres encerrados em junho com queda de 1,40%, ante 1,27% projetados do mesmo modo a partir da divulgação anterior, relativa a março.
Ou seja, se o ritmo de queda for mantido, fecharemos o primeiro semestre do ano com o produto crescendo à taxa de -1,40%, considerando sempre o acumulado em 4 trimestres. Uma reversão da queda seria necessária no segundo semestre para atingir-se a taxa projetada pelo mercado financeiro, de -1,35% para o ano de 2015, tendo em conta as expectativas divulgadas no último Boletim Focus e a capacidade de previsão para o comportamento do PIB a partir do IBC-BR.
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Pela metodologia utilizada pelo NEMEC, as correlações entre as séries
de PIB e IBC-BR (trimestralizada pelas médias em cada trimestre),
sempre para os acumulados em quatro trimestres, é superior a 0,99.
Para a divulgação de hoje, feita pelo IBGE (IBGE - Contas Nacionais Trimestrais para o primeiro trimestre de 2015), a queda do PIB de 0,89%, no acumulado em quatro trimestres, é inferior à prevista pelo IBC-BR, de 1,05%.
Para a divulgação de hoje, feita pelo IBGE (IBGE - Contas Nacionais Trimestrais para o primeiro trimestre de 2015), a queda do PIB de 0,89%, no acumulado em quatro trimestres, é inferior à prevista pelo IBC-BR, de 1,05%.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Boletins em confecção
Estamos em fase de confecção de nossos primeiros boletins, que serão postados aqui no segundo semestre de 2015.
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